Diz a Veja desta semana que "o Brasil nunca teve" um ministro como Joaquim Barbosa. Fui ler.
"Joaquim Barbosa não é militante da negritude. 'Tenho consciência racial, mas não faço disso uma causa', diz, com certa indiferença. Antes de chegar ao STF, preocupava-se mais com a questão racial, como mostra o livro que escreveu sobre igualdade racial, mas o trabalho no tribunal o afastou do assunto. Seu tempo ficou cada vez mais curto. O último livro que leu? Uma comédia escrita em alemão sobre o fim da Cortina de Ferro, de autoria de Wladimir Kaminer, jovem escritor russo radicado em Berlim."
Adorei.
mãe menininha do penhoar às 14:28